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E agora, Brasil?

Temer decide não renunciar e, assim, joga toda a responsabilidade para o STF. Solta o áudio Fachin!

Screenshot: YouTube.

“Não renunciarei. Repito: Não renunciarei!” – Temer

A expectativa para o pronunciamento oficial do Presidente da República tirou o fôlego da população, do mercado financeiro e do STF – que não tomou nenhuma decisão drástica, preferiu esperar o próprio Presidente Temer resolver o impasse.

E agora, o que será do Brasil?

É triste vivermos novamente um cenário já comum na história do Brasil, o fim da estabilidade política e o vislumbre da instabilidade social.

Em 1963 o país viveu situação muito parecida com a que estamos vendo hoje. O país tinha um presidente absolutamente inapto, com até certo traquejo oratório mas desprovido de qualquer confiança popular. Jango porém não teve a audácia de Temer em bradar (e repetir) “Não renunciarei!”, ao invés disso teve uma histórica crise de choro diante de Brizola.

Um dos principais fatores que desencadearam o golpe militar de 1964 foi a insatisfação crônica da população para com a política nacional. E o Congresso atual desperta na população brasileira o mesmo asco.

Se em março de 1964 o Brasil viveu a Marcha da Família com Deus pela Liberdade, que gritava contra a possível chegada do comunismo ao poder, nos últimos anos o Brasil viveu uma série de manifestações que demonstram não haver confiança, por parte da população, para com nenhum político em exercício de mandato hoje, e clama: “Fora Todos!”.

O Congresso Nacional tem em mãos uma tarefa épica: decidir se dará seguimento pacífico a 2018, seguindo a Constituição Federal com eleições indiretas ou se tentará, mais uma vez, salvar a própria pele pedindo Eleições Diretas.

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