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O caos socialista fez da Venezuela o país onde mais morrem de AIDS no mundo

Working at the Education Unit of the National Commission for UNESCO, I was responsible for the promotion of its HIV/AIDS programme among the Associated Schools Project (PEAU) and UNESCO clubs. With the assistance of the Venezuelan Health Department and local NGOs, HIV/AIDS awareness was included in the ASP curricula. Thereafter, ASP students successfully participated in many activities devoted to the prevention of HIV/AIDS and learned about Human Rights of people living with HIV/AIDS. A Knowledge Olympics for PEAU students -funded by UNESCO under its financial assistance programme - was organized by local NGO Fundación MAROZO. On 1st December 1997, I participated in a quilt memorial held at Los Proceres, Caracas, Venezuela.

Em décadas, a Venezuela foi de referência no combate à AIDS a nação em que o HIV mais se espalha

Foto: R Barraez D´Lucca

Quando chegou ao poder, Hugo Chávez importou para a Venezuela a receita de sucesso brasileira. Desde aquele 1999, a rede pública de saúde passaria a tratar os soros positivos sem custos para os pacientes. O pacote de ações incluía a importação de medicamentos genéricos da Índia, a quebra de patentes farmacêuticas e a distribuição de preservativo a grupos de risco, como indivíduos que se prostituíam, homossexuais masculinos e usuários de drogas injetáveis.

Mas, a médio prazo, todo o sucesso da investida se perdeu. Porque o caos econômico proporcionado pelo “Socialismo do século XXI” destruiu todas as conquistas do programa. Stephanie Nolen, correspondente do Globe and Mail, conheceu ambos os momentos. E afirmou categoricamente:

Não há lugar no mundo em que as pessoas morram de AIDS no ritmo e nos números da Venezuela: até mesmo os mais pobres países africanos têm hoje programas de tratamento contra o HIV.”

O sistema público de saúde não mais fornece testes de HIV, nem distribui preservativos, que hoje custam uma fortuna no comércio. Desta forma, o vírus tem se espalhado entre parceiros sexuais, e até mesmo de mães para filhos, uma vez que leite em pó para recém-nascidos é também um produto raro nas prateleiras.

Como os números do governo Maduro não são confiáveis, os dados da UNAIDS estão defasados em meia década. Há cinco anos, a instituição contabilizava 130 mil soros positivos na Venezuela, com um aumento anual de 11 mil. A lógica leva a crer que atualmente haja por volta de 200 mil infectados, mas não leva em consideração que o ritmo acelerou bastante recentemente.

Em 2015, por volta de 63 mil pacientes tomavam antirretrovirais, mas a falta constante do medicamento tem causado um efeito até mais danoso aos medicados: como o tratamento enfrenta várias interrupções, o vírus ganha resistência em seus organismos.

É um drama que poderia ter sido evitado se o norte ideológico do comando político não tivesse ignorado as leis mais básicas da economia.

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Fonte: The Globe and Mail

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