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Em mais um movimento contra anti-esquerdistas, a imprensa atacou anunciantes do YouTube

O jornalismo britânico tratou como extremista uma ativista que denunciava o financiamento de jihadistas

Foto: Pexels

Há dez dias, o Times britânico denunciou o governo local por estar anunciando em canais de “extremistas” no YouTube. Na imagem em destaque, um grupo ligado ao Estado Islâmico surge por trás de um anúncio estatal. A crise tem sido tão séria que, conforme destacado pela Folha, mais de 250 grandes anunciantes deixaram de fazer uso dos serviços do Google por não acreditarem estar exibindo a própria marca em ambiente seguro. Conforme a mesma matéria, o Wall Street Journal estaria pressionando marcas como Coca-Cola, Microsoft, Procter & Gamble e Amazon a fazerem o mesmo.

Screenshot da matéria do Times

Publicidade bancando extremistas na web? Não dá para discordar da denúncia da imprensa, certo? Exceto ao se conferir o vídeo que ilustrou a matéria do Times. Nele, a ativista Jayda Fransen denuncia algumas marcas que estariam, por intermédio de seus produtos, justamente financiando jihadistas.

A imagem que ilustrou a denúncia surge em tela por somente dois segundos, e serviu apenas como exemplo dos terroristas que estariam sendo financiados. Restando a pergunta: por que o governo britânico não poderia anunciar em um canal que denuncia o financiamento do terrorismo islâmico?

Em “workshop” ministrado na semana passada aos editores brasileiros, o próprio Google explicou que só exibe anúncios em veículos de censura, por assim dizer, livre. E que mesmo mulheres de biquini poderiam render problemas, uma vez que os links são acessados de todo o mundo, e trajes do tipo não são aceitos em algumas culturas.

Bom… Pelo mesmo parâmetro, algumas culturas não aceitam que mulheres exibam o próprio rosto, ou mesmo que acessem a internet. O que só prova que o critério é subjetivo e, por consequência, arbitrário.

O movimento da imprensa parece esticar o termo “extremista” a basicamente qualquer um que discorde da agenda progressista. E alinha-se ao que já foi denunciado aqui no Políticas.Info: “Com o argumento ‘fake news’, a imprensa busca uma arma para censurar veículos alternativos“.

A esquerda já percebeu que seus principais críticos são financiados por publicidade de programas de anúncios, algo que contorna o bloqueio do meio publicitário, igualmente tomado por progressistas, e dos governos esquerdistas. E usa a imprensa ainda aparelhada para tocar a agenda que a interessa.

Não por coincidência, o alvo símbolo desta recente crise é uma “youtuber” que denunciava o financiamento de jihadistas. Como é possível perceber no vídeo mais acima, a publicidade já sumiu do canal dela. E ela não tem sido a única vítima.

Fonte: Folha de S.Paulo

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  1. Pingback: Ao atacar os anunciantes do YouTube, a imprensa trai o Google e vira uma agente da censura – Políticas.Info

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